A comunidade do ciclismo no Brasil está profundamente abalada pela trágica perda de Vitor Medrado, vitimado em um assalto na região do Itaim Bibi, em São Paulo. Medrado, de 46 anos, foi covardemente abordado por criminosos enquanto descansava em frente ao Parque do Povo. Sem dar chance ao ciclista, os assaltantes atiraram nele, roubaram seu celular e fugiram sem deixar rastros, gerando consternação e revolta.
A reação à violência sofrida por Vitor foi marcada por um comovente passeio ciclístico organizado por amigos e familiares no dia seguinte à sua morte. Durante o evento, lembranças da generosidade e do sorriso cativante de Medrado foram compartilhadas, evidenciando o impacto positivo que ele teve na comunidade. Amigos próximos, como a psicóloga Bete Villalobos, destacaram a trajetória do professor no ciclismo e o legado de solidariedade que ele deixou.
Em meio às manifestações de pesar, a amiga Rosielma Chagas relembrou os planos interrompidos de pedalar com Vitor naquela fatídica manhã, enfatizando a surpresa e consternação de todos diante da perda de um indivíduo tão querido e respeitado. O sentimento de união e tristeza foi evidenciado também em cerimônias simbólicas realizadas em locais marcantes para o ciclista, como a ciclovia ao lado da Marginal Tietê, reunindo ciclistas em um tributo emocionante.
Enquanto as autoridades buscam elucidar o crime e identificar os responsáveis, o clamor por justiça e uma maior proteção aos praticantes de ciclismo ganha destaque. A ex-esposa de Vitor, Giselle Gasparotto, expressou a indignação e a insegurança que permeiam a sociedade paulistana, cobrando medidas efetivas para evitar tragédias como a que vitimou Medrado. A memória do ciclista gentil e dedicado permanece viva na comunidade esportiva, inspirando ações de solidariedade e reflexão sobre a segurança nas ruas.